quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

Em Busca da Presença de DEUS

 
Tudo no Novo Testamento concorda com o que é apresentado no figurativo Velho Testamento. Os resgatados não precisam mais ter medo para entrar no Santo dos Santos. DEUS deseja que avancemos em direção á Sua Presença e vivamos toda a nossa vida lá. E isto deve ser vivenciado por nós em uma experiência consciente. É  mais do que uma doutrina a ser definida; é uma vida a ser desfrutada em todos os momentos, todos os dias...

Igualmente, A Presença de DEUS é o ponto centraldo cristianismo. O ponto central da mensagem cristã é o próprio DEUS esperando que os seus redimidos estejam conscientes de Sua Presença. O tipo  de cristianismo que atualmente está em voga, conhece A Presença de DIVINA apenas na teoria. Ele fracassa na ênfase do privilégio cristão. Isto é, de acordo com os seus ensinamentos, já estamos posicionalmente na Presença de DEUS. Nada é dito acerca da necessidade de experimentarmos, de verdade, essa Presença... O que é que nos impede? Usualmente uma resposta que ouvimos é que somos "frios". Só que isso não explicará todos os fatos. Há algo mais sério do que a frieza de coração... E, o quê poderiaser? Não seria a presença de um véu em nossos coraçãoes? Um véu que se não for retirado, como o primeiro o fôra; ainda ostrui a passagem da luz, escondendo-nos A Face de DEUS."

O "Eu" é o véu opaco que esconde A Face de DEUS. Ele só pode ser subjugado na experiência espiritual e nunca pela mera instrução. Devemos varrer essa lepra do nosso sistema. Há muito o que ser feito por DEUS no que se refere a nossa morte antes de ficarmos livres. É necessario que convidemos a ruz para que ela efetue em nós esse trabalho. Devemos trazer os pecados do nosso eu diante da mesma para julgamento, e nos prepararmos para a provação e sofrimento semelhantes aos que nosso Salvador experimentou durante o governo de Pocius Pilatos.

Deixe-nos lembrar que, quando falamos da entrega total do véu, estamos nos referindo à linguagem figurativa. O pensamento é poético, e de certo modo, bonito. Mas na realidade, não há nada agradável nele. Na experiência, humana esse véu é feito do tecido da vivência espiritual. Diz respeito às sensações do nosso ser. E tocá-lo, é tocar onde sentimos dor. A retirada do mesmo fere, machuca e faz-nos sangrar. Se dissermos o contrário, é dizer que a cruz não é cruz e a morte não seja morte, em absoluto. Na verdade não é divertido morrer. Arrancar através do alto preço o material que a vida foi feita; não deixa de ser algo profundamente doloroso. Sim, foi isso o que a cruz fez a Jesus e faria a qualquer outro homem que tentasse tirá-lo dela.

Sejamos cautelosos no conserto  de nossas vidas; noa que se refere à esperança de sermos capazes de rasgarmos o véu. DEUS fará tudo por nós. Nossa parte é rendermos e confiarmos. Devemos confessar, perdoar, repudiar a vida egoísta e considerá-la como crucificada. Entretanto, devemos ser cuidadosos para distingüir a "aceitação preguiçosa" do Verdadeiro Trabalho de DEUS. Devemos insistir que o Trabalho seja feito. Não ousemos descansar, contentes com a simples e elegante doutrina da auto-crucificação, isto é imitar a Saul e reter o melhor dos bois e das ovelhas.

Se insistirmos que o trabalho seja, verdadeiramente feito, ele será feito. A cruz é rude e é mortal. Mas, é efetiva. Ela não mantém a vitima morrendo nela para sempre. Chega o momento em que o trabalho termina e a vítima agonizante morre. Depois disso tudo vem a ressurreição gloriosa e poder. Assim a dor é esquecida devido a alegria do véu que foi retirado e entramos na experiência real da Presença do DEUS Vivo.