domingo, 6 de julho de 2014

O Julgamento do Senhor

 

Gargantas profundas de vergonha, desfiladeiros de culpa interminável. Muros decorados com o verde e o cinza da morte. Infindáveis ecos de gritos. Cubra seus ouvidos com as mãos. Jogue água em seu rosto. Pare de olhar para trás. Tente, o quanto puder, fugir das tragédias de ontem - os seus tentáculos são maiores do que a sua esperança.
Algumas vezes sua vergonha é particular. Você é empurrado até o limite por um cônjuge violento. Seduzido por um superior transigente. ninguém mais sabe. Mas você sabe. E isso é suficiente.
Algumas vezes, a coisa é pública. Titulado por um divórcio que você não queria. Contaminado por uma doença que não esperava. Marcado por uma deficiência que não criou. E se isso realmente está nos olhos de todos, ou se está apenas na sua imaginação, precisa lidar com isso - você  está marcado: um divorciado, um inválido, um órfão, um doente de AIDS.
Seja particular ou pública,  a vergonha sempre é dolorosa. E a menos que você lide com ela, a mesma se tornará permanente. A menos que consiga ajuda - o amanhecer nunca chegará.
Leve-o consigo até o seu desfiladeiro da vergonha. Convide Cristo para passear por ali com você. Deixe que JESUS esteja ao seu lado enquanto recorda os acontecimentos da noite mais escura de sua alma. E então ouça. Escute atentamente. JESUS ainda fala.
"Eu não lhe jugo culpado".
E observe.Veja com atenção. Ele ainda escreve. Veja  a sua mensagem. Não na areia, mas sim em uma cruz.
A sua mensagem tem somente uma palavra: Inocente.