sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

03 - LAR DAS ALMAS REMIDAS




O céu é um lugar permanente. Nenhum inimigo con­quistará o paraíso de Deus. Lá nenhuma construção vai desmoronar, nenhum material se deteriorará e nenhuma vegetação secará ou murchará. Nenhuma fumaça ou ir­radiação poderá poluir sua sagrada atmosfera.

Esse permanente lugar de habitação é uma cidade eterna. Há um hino de Hattie Buell que diz mais ou me­nos o seguinte:

"Um barraco ou chalé, de que me valerá?

Um palácio pra mim, lá no céu haverá! Ainda que no exílio, mesmo assim cantarei:

Toda glória pra Deus, que eu sou filho do Rei."

Naquele incomparável lugar, os santos vão ter uma agradável libertação de todas as frustrações, de todos os sofrimentos, de todas as tragédias e desgraças. Não have­rá mais tristeza nem maldição. Não haverá mais dor. Não haverá mais choro:

"E lhes enxugará dos olhos toda lágrima, e a morte já não existirá, já não haverá luto, nem pranto, nem dor, porque as primeiras cousas passaram"

(Apocalipse 21:4)

Os alegres cidadãos que eu vi no céu pareciam ter vindo de muitas épocas e de diferentes nações. As várias nacionalidades pareciam óbvias para mim. Então me lem­brei de um outro versículo que eu conhecia:

"E entoavam novo cântico, dizendo: Digno és de tomar o livro e de abrir-lhe os selos, porque foste morto e com o teu sangue compraste para Deus os que procedem de toda tribo, língua, povo e nação."

(Apocalipse 5:9)