domingo, 23 de dezembro de 2012

58 - As Glórias do Céu





Quando Jesus Cristo me revelou o céu, eu fui levada

para lá dez vezes, pelo poder do Deus todo-poderoso. Isso aconteceu imediatamente após ele ter me mostrado o inferno.

Essas visitas celestiais aconteceram na época da Pás­coa. Jesus apareceu entre as duas e as cinco horas da madru­gada, cada noite, durante trinta dias, mostrando-me o desti­no daqueles que o rejeitaram. Antes de eu ver o céu, ele levou-me ao centro da terra e mostrou-me a morada dos mortos.

Escrevi o livro A Divina Revelação do Inferno, no qual relatei tudo o que vivenciei no inferno. Depois da­quelas trinta jornadas às profundezas do horror, em dez noites Jesus mostrou-me o céu e a sua glória. Posterior­mente, recebi muitas outras visitas do Senhor. Este é um relato verdadeiro do que aconteceu comi­go. O Espírito do Deus vivo revelou-me tudo o que estou lhe contando.

Quando Jesus Cristo levou-me para essas viagens, eu fiquei fascinada, porque no céu não há tristeza, não há morte, nem agonia, nem pesares. Lá só há alegria, paz, felicidade, e os frutos do Espírito encontram-se por toda a parte.

Outra coisa igualmente fascinante foram os anjos de Deus, que vi aos milhares. Alguns tinham asas, outros não.

Observei em cada uma de minhas jornadas ao céu que os anjos estavam sempre ocupados com alguma coi­sa. Os anjos desempenhavam tarefas e cuidavam de to­dos os detalhes constantemente. O que me pareceu foi que cada anjo tinha suas atribuições e certos trabalhos a fazer. Mas todos eles estavam sempre louvando a Deus, e com alegria realizavam suas obrigações e desempenha­vam suas funções.

Todos os anjos estão permanentemente ocupados com suas tarefas. Por exemplo, quando novas almas vêm para o céu, os anjos as encontram e as conduzem imediata­mente pelo Rio da Vida. Os anjos acompanham as novas almas até onde outros anjos as vestem com vestes de sal­vação, que são os mantos da retidão. Então esses guias angelicais as levam para a sala das coroas, onde cada pes­soa recebe uma em sua cabeça.

Todas essas coisas são feitas numa bela e perfeita ordem. Os anjos estão totalmente felizes por executá-las.

Eu nunca vi sinos no céu, mas ouvia o som deles freqüentemente. Foi-me dito que cada badalada significava que uma alma acabara de ser salva. Isso é o que se chama "as glórias do céu".