sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

18 - ANJOS NA IGREJA



Dois anjos com livros ficavam do lado de fora da por­ta da igreja. Eu vi pessoas entrando e saindo da igreja. Então o anjo ao meu lado fez um movimento com uma das mãos, e eu pude ver dentro da igreja; era como se o telha­do tivesse sido retirado.

Havia um anjo de cada lado do pastor, junto ao púl­pito. Além desses havia mais dois anjos. Em volta do púl­pito eram quatro no total.

Havia dois anjos na parte do fundo da igreja, por detrás da congregação. Outros dois permaneciam a meia distância na nave, e na plataforma do altar mais dois. Portanto havia vários anjos na igreja, e muitos deles ti­nham rolos e penas em suas mãos.

— Quero mostrar-lhe o que vai acontecer agora — dis­se o anjo que me acompanhava.

O pastor começou a falar, e os introdutores começa­ram a levantar as ofertas. À medida que as ofertas eram recebidas, os anjos anotavam as atitudes das pessoas por darem. Eles anotavam os propósitos de cada ofertante — se eles davam de má vontade para o trabalho do Senhor, ou se eles ofertavam com alegria, numa atitude de adora­ção. Os anjos registravam tudo em seus livros.

Então os dois anjos grandes, da frente do púlpito, acenaram a cabeça para os outros anjos.

Tudo isso que acontecia com os anjos era completa­mente invisível para as pessoas da igreja, mas eu podia ver tudo claramente. Então o anjo me disse:

— Vou mostrar-lhe algo mais. Observe mais de perto, e você será abençoada.

De repente, era como se eu tivesse sido movida para trás do pastor. Quando ele estava pregando sobre 

Is 55:6: "Buscai o Senhor enquanto se pode achais invocai-o enquanto está perto", 

eu vi um exército de seres celestiais dentro da igreja. Durante todo o tempo do cul­to, os anjos se regozijavam.

O ministro estava com muita unção na pregação da­quela mensagem. Um dos anjos derramava o que parecia ser fogo sobre a cabeça do pastor. A glória de Deus saía da boca do pastor.











No fundo da igreja uma porta abriu-se, e um homem muito embriagado entrou, cambaleando. Indo pelo corre­dor da igreja, ele disse:

— Eu sou esse cara para quem está falando, pregador. Eu preciso de Deus, eu preciso ser salvo. Sou um alcoólatra.

O homem ajoelhou-se na frente e começou a chorar diante de Deus. Dois diáconos vieram até onde ele estava para ministrar a ele. Colocando os braços envolta dele, perguntaram:

— Você está levando a sério o que disse? Você real­mente quer ser salvo?

— Sim, eu quero ser salvo — disse ele. — Eu sou um alcoólatra. Eu preciso me libertar.